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VIVENDO A LIDERANÇA

Marcelo Boog (*)

O evento O Novo Futuro – Vivendo a Liderança, realizado via tele-conferência pela DTCom, teve a presença de renomados “gurus” da administração como Jack Welch, Ken Blanchard, John P. Kotter, Rudolph Giuliani, entre outros.

Cada um deles, de maneiras e com argumentos diferentes, detalharam a liderança e as práticas de sucesso, relacionando-as aos resultados empresariais e às mudanças. Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, compartilhou sua experiência de liderar um momento de crise decorrente dos atentados de 11 de setembro. Jack Welch ressaltou a importância de nos cercarmos de uma equipe competente. Michael Abrashoff, que foi comandante da marinha norte-americana, traçou um paralelo entre comandar um navio e vivenciar um papel de líder. Kotter falou entre outras coisas sobre as diferenças de liderança e gestão.

A essência que cada um passou se resume em como ser um bom líder, como aplicar isso na prática do dia a dia para otimizar resultados, relações de trabalho e qualidade de vida. Ser um bom líder é viver durante o expediente práticas que não se aplicam somente ao trabalho, mas sim para todas as situações da vida.

Quais são estes segredos revelados?

Mudanças dependem mais do coração que da razão: para realizar mudanças com sucesso é preciso atingir o coração das pessoas e não ficar somente no racional.

Fazer a coisa certa: ou seja, honrar a Deus na atuação como líder, sem pretender passar nenhuma mensagem religiosa, significa fazer o bem independentemente da cultura ou credo. Fazer coisas boas, para a organização, para os clientes, para a equipe, para o próximo e para você mesmo.

Ser humilde: Ser humilde significa sair do papel de superior, onde somente as sua idéias é que são as melhores, significa tirar a máscara da arrogância e valorizar cada pessoa da equipe. Significa ainda ajudar, ser prestativo, ser colaborador, estender a mão para cada um que necessita. É fazer certo a coisa certa! O bom líder é aquele não valoriza o reconhecimento e congratulações, mas sim valoriza resultados e atribui e compartilha os créditos de um bom desempenho com toda a equipe com humildade.

Ao concluir sua apresentação, Ken Blanchard relatou um pequeno conto que se relaciona muito com o como lidamos com o jogo da vida.

Um garoto sempre recebia a visita de sua avó e costumavam jogar Banco Imobiliário. A avó do menino sempre ganhava, ficava rica, com muitas propriedades e o menino ficava sempre sem imóveis e sem dinheiro. Então a avó disse “um dia você vai aprender a jogar isto e ficar rico!” O garoto treinou muito com seus vizinhos, até que um dia jogou novamente com a sua avó e desta vez ganhou dela! Então ela disse: “meu filho, aprenda isso agora: na vida, assim como neste jogo, tudo volta para a caixinha!”. 

Neste tempo de tantas mudanças, nada é permanente e devemos praticar o desapego, principalmente das coisas e dos padrões conhecidos. Devemos sim nos preocupar com os bens materiais, acumular riquezas, curtir e aproveitar a vida, mas devemos também ter consciência que cada um de nós tem o papel de liderar mudanças, de desenvolver pessoas e criar oportunidades de crescimento.

Um dia não mais estaremos aqui e o que levaremos é somente fruto do nosso amor. O resto volta para a caixinha no jogo da vida.

 

(*) Marcelo Boog é Consultor, atuando em programas de desenvolvimento gerencial e Ecotraining ©

 

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