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Vencendo as resistências para implantação de Planos de Ações no Pós-Pesquisa

Marcelo Boog (*)

A PCO se propõe a diagnosticar uma série de fatores e itens dentro das diversas segmentações das organizações, a fim de desenvolver os pontos  que demandam de maior atenção, visando entre outras coisas a melhora no desempenho dos colaboradores, e por conseqüência da própria organização.

Quando realizamos trabalhos que envolvem Pesquisas de Clima, entregamos ao cliente os resultados quantitativos e qualitativos da pesquisa, juntamente com uma série de recomendações quanto a gestão do clima e de planos de ações, recomendações estas a serem validadas e priorizadas pelo cliente. Usualmente a entrega dos resultados é feita ao RH e/ou direção da organização.

Então o RH, após analisar os resultados e as recomendações, propõe um plano de ações específico para a direção. Ajustes são feitos e então estes planos devem ser “vendidos” internamente, para que os demais gestores participem da implantação e execução dos mesmos. Certamente não caberá ao RH resolver todos os problemas apontados na pesquisa.

Entra então em cena um personagem não bem-vindo: a resistência à mudanças. Muitas vezes os gestores entendem o plano de desenvolvimento organizacional apresentado pelo RH, ou mesmo direção, como mais uma série de tarefas a serem adicionadas em seus já agitados compromissos e “to do list”, e muitas vezes não existe comprometimento para com estes planos, que são deixados de lado, provocando estagnação no processo. Na verdade os planos de desenvolvimento devem primeiramente atingir o comportamental dos gestores, para aí sim entrarem na execução.

Dentro do possível, recomendamos que esta “venda interna” dos planos busque o consenso do grupo de gestores, envolvendo-os na decisão de ações concretas, bem como na atribuição de responsabilidades: assim os planos passam a ser também dos gestores, e não algo que foi imposto pela direção, ganhando um comprometimento maior, que via de regra, traduz-se na aplicação dos planos de ação em um prazo muito menor. Este é um dos caminhos que propomos no Workshop Gestão do Clima.

O sentido geral para o sucesso na implantação dos planos é que uma mudança de desempenho do clima depende de mudanças no empenho dos gestores.

 

(*) Marcelo Boog é diretor do Sistema Boog de Consultoria, atuando em Pesquisas de Clima e Mapeamento 360º, com o foco no desenvolvimento organizacional.

 

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