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Somos Estrelas Ou Constelações?

O que prevalece, o lado estrela ou o lado constelação? Cada pessoa, cada equipe e cada empresa, têm essas duas necessidades: ser estrela e ser constelação, que simbolizam

 

O que prevalece, o lado estrela ou o lado constelação? Cada pessoa, cada equipe e cada empresa têm essas duas necessidades: ser estrela e ser constelação, que simbolizam a cultura e o clima em cada empresa. As estrelas (estrelismo?) prevalecem sobre as constelações quando na organização há muitos feudos, ao invés da fidelidade ao sistema maior, quando há politicagem ao invés da cultura da justiça e do desempenho, ou quando o favoritismo impera sobre critérios objetivos de reconhecimento.

 

As estrelas

As estrelas, desde tempos ancestrais, têm sido identificadas com divindades, e representam a supremacia, a constância, as guias, os guardiões, a vigilância e as aspirações. Estrelas são individuais, tem seu brilho próprio, podem ter 4, 5 ou 6 pontas, tem uma escala de grandeza, são referenciais para a navegação, para o mundo das artes (astros e estrelas) e para a hotelaria, onde há uma escala de até 5 (e atéa 6) estrelas como uma classificação do grau de sofisticação.

Se na empresa prevalece a cultura “estrela”, iremos ter grandes desempenhos individuais, com auto-estima elevada, alta competência técnica e baixa competência nos relacionamentos e no trabalho em equipe. As pessoas de “primeira grandeza” são às vezes até chamadas jocosamente de “estrelas”. Nesse ambiente que estimula a competição entre pessoas e áreas, as estrelas buscam muitas vezes apagar o brilho das demais. Quem brilha mais vence!

 

As constelações

As “constelações” representam um nível mais elevado que as “estrelas”. Constelações são o coletivo das estrelas, e quando esse é o foco dentro das organizações, o que importa é que o conjunto, a equipe, o brilho coletivo. As constelações estão associadas a símbolos do zodíaco e a outras figuras, mitológico ou não. Nossa bandeira nacional é um exemplo raro de representação de diversas constelações dos céus brasileiros, simbolizando a união nacional.

A colocarmos, como cultura organizacional, nosso foco nas constelações, ampliamos a visão, com uma percepção mais elevada do trabalho conjunto. E ao buscar encantar seus clientes, nenhuma organização pode deixar de ter excelência no trabalho em equipe. Quem age assim é reconhecido e recompensado. O brilho individual, cada grandeza, cada competência, são essenciais, mas o foco é no conjunto. Para que uma constelação seja um sucesso, a competência de relacionar-se de forma positiva é crucial: os princípios da ordem, do equilíbrio do dar e receber, e da inclusão, centrais na abordagem sistêmica desenvolvida por Bert Hellinger, constituem-se em bases sólidas para essa forma de pensar e de agir.

Ampliando a visão de estrela para constelações.

Toda vida, desde o foco na pessoa individual até a consciência planetária, depende da ampliação de nossa visão. Nosso sucesso como raça humana depende disso, quer seja criando encantamento a um cliente, quer seja na nossa salvação enquanto espécie. Para ampliarmos nossa visão, é preciso um caminho de desenvolvimento que se inicia no indivíduo. É preciso um novo olhar para nossas verdadeiras e mais profundas intenções, prioridades e objetivos. Para isso existem muitos e efetivos caminhos. Todos eles passam pela integração de nossos aspectos intelectuais, emocionais e espirituais, o que não é uma tarefa nem fácil e nem instantânea.

Algumas ações possíveis no âmbito pessoal e empresarial:

• Processos de autoconhecimento e desenvolvimento, como no coaching sistêmico individual e em grupo

• Mais contato com as lições da Natureza, como em projetos de treinamento outdoor (Ecotraining ©)

• Ampliação de competências de liderança, de trabalho em equipe e de comunicação, reconhecendo a importância da dimensão humana

• Valorização e reconhecimento por mudanças positivas de comportamento dentro do foco das constelações.

Lembro-me de uma história que me foi contada pelo saudoso Luiz Carlos Campos, então presidente da ABRH Nacional, que dizia que todos temos dentro de nós dois animais, um furioso e mau, outro positivo e colaborador. E aí vem a pergunta: “E qual dos dois vence?”. E o Luiz, com sua sabedoria, dizia: “Aquele que eu alimentar, aquele que receber mais a minha atenção”.

 

(*) Gustavo G. Boog – Consultor e Terapeuta Organizacional.

Conduz projetos de elevação da competência pessoal, grupal e empresarial.

Fone (11) 5183-5187 E-mail contato@boog.com.br ou visite nosso site www.boog.com.br

 

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