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Pesquisa de Clima e Mapeamento 360º.

as bases para a liderança e o crescimento 

 (*)Marcelo Boog

Todas as organizações querem ser bem sucedidas. Ninguém as estrutura para o fracasso, seja no âmbito público ou no privado.

O sucesso organizacional sustentável e duradouro é concretizado quando uma serie de fatores ocorrem: os clientes e usuários têm suas necessidades atendidas quando recebem os produtos e serviços esperados, os acionistas têm a adequada remuneração de seus investimentos, os fornecedores têm a contrapartida justa do que ofereceram, os funcionários trabalham motivados e com perspectivas de desenvolvimento, a organização cumpre suas obrigações legais junto ao governo, a comunidade percebe a organização como uma boa cidadã.

O grande desafio do sucesso é atender a estas demandas de forma continuada e simultânea. Atender uma ou outra, em detrimento das demais, ou ter sucesso por um prazo limitado é relativamente fácil. O que é preciso é garantir a sustentabilidade do sucesso. Isto exige uma visão ampliada que vai muito além do faturamento e lucratividade.

Muitos são os fatores que determinam o sucesso, mas há uma figura central: os gestores, os líderes da organização. Eles promovem a integração dos diversos segmentos, assegurando os melhores resultados para o todo. Os gestores têm diversas áreas de atuação, níveis de poder e de delegação, mas com certeza os gestores não são meros cumpridores das ordens que emanam do topo. Equilibrar as demandas dos acionistas e dos funcionários geralmente é o foco principal da atenção dos lideres, representando a maior parte do tempo e energia investidos.

Quando os gestores não atuam adequadamente, por exemplo, sendo mais técnicos especializados que líderes de pessoas e equipes, começam a ocorrer muitas distorções, podendo gerar conseqüências fatais para as organizações. Se os níveis mais elevados da liderança “perdem o pulso” do que ocorre na organização, surgem ineficiências nos processos, perdas e trabalho refeitos, não cumprimento de prazos, mau atendimento aos clientes. O comportamento das pessoas não contribui e até prejudica o atingir as metas. O individualismo prevalece sobre o sentido de equipe, as comunicações são deficientes, a liderança se torna centralizadora e autoritária, o clima interno é de desmotivação, prevalece o sentimento de não reconhecimento e de injustiça. Com isto, os resultados de negócio despencam e os clientes se afastam. A boa atuação dos líderes deve evitar que este estado de coisas aconteça, mas se ocorrer, ações enérgicas devem ser tomadas.

Exatamente aí, para se ter uma exata imagem do que está ocorrendo na organização, aPesquisa de Clima Organizacional e o Mapeamento 360º têm um papel relevante, ao trazerem indicadores numéricos que desvendam e tornam visível o que antes estava oculto e desconhecido. São muito úteis as correlações estatísticas entre fatores, estabelecendo uma corrente de causas-e-efeitos que mostra onde ações terão maior probabilidade de sucesso. A Pesquisa de Clima e o Mapeamento ocorrem de forma não ameaçadora para as pessoas, na medida em que asseguram a confidencialidade das respostas.

Podem ser conduzidos na forma clássica de questionários impressos ou com os recursos tecnológicos atuais da Internet, em ambiente seguro e com uma excelente relação benefícios / custos.

A Pesquisa de Clima e o Mapeamento requerem a disposição do topo de enfrentar os resultados que serão revelados e uma disposição em implantar ações que melhorem o clima, em especial na atuação dos lideres e dos gestores. Com isto o sucesso, a liderança no mercado, o crescimento e desenvolvimento da organização encontram bases e alicerces firmes, duradouros e sustentáveis.

(*) Marcelo Boog é sócio e Diretor do Sistema Boog de Consultoria.  Contatos: marcelo@boog.com.br ; Fonefax (11) 5183-5187

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