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O RESGATE DA DIMENSÃO HUMANA 

Gustavo G. Boog

O pesquisador americano Leon Martel, autor do livro “High Performers – how the best companies find and keep them”, define uma nova época, a “pós-materialista” para as empresas, numa forte mudança de valores no mundo do trabalho. “Não basta apenas dinheiro para manter os funcionários”. As melhores empresas, que são também as mais lucrativas, “olham para seus funcionários como pessoas por inteiro, não apenas como trabalhadores”.

Isto é totalmente convergente com o tema central do CONARH deste ano, a inclusão. Empresas de alto padrão praticam a inclusão. Isto se reflete não só na prática da responsabilidade social e comunitária, mas também e principalmente na inclusão interna.

Se uma empresa pratica e acolhe a exclusão, muitas chefias dizem às pessoas de um grupo: “Você é pago para executar o que eu mando, e não é pago para pensar!”. Isto é praticar uma corrosiva exclusão, para a qual a direção superior é omissa ou faz “vista grossa”. Na falta de outras alternativas no mercado de trabalho ou por medo de represálias deste “simpático” chefe, talvez esta pessoa humilhada “engula o sapo”. Mas o impacto fica marcado e não se apaga, e com certeza afeta negativamente o desempenho desta pessoa e de seu grupo. Como ficam seus colegas que presenciaram esta cena? Como fica a avaliação dos critérios das melhores empresas: segurança e confiança na gestão? Orgulho do trabalho e da empresa? Clareza e abertura na comunicação interna? camaradagem no ambiente de trabalho?

Quando se exclui, deixamos de reconhecer a unidade do ser humano, que tem múltiplas dimensões profissionais e pessoais, que tem um nível físico, metabólico, emocional e espiritual, que tem cérebro, coração, mãos e pés. A empresa é o lugar por excelência onde estes aspectos podem e devem ser integrados.

Que bom que muitas empresas já descobriram e uma multidão de outras estão em fase de descobrir a importância da dimensão humana nos negócios, que é a mais estratégica e crítica ao sucesso empresarial. Um novo mundo, mais luminoso, está se abrindo.

Minha empresa é um grande lugar para trabalhar?

Dê uma nota de zero (péssimo) a dez (excelente) para cada um dos oito fatores que caracterizam as melhores empresas

 

Fator de avaliação Como é na minha empresa? O quanto eu pratico em meu departamento?
Remuneração
Benefícios
Treinamento e oportunidades de carreira
Segurança e confiança na gestão
Orgulho do trabalho e da empresa
Clareza e abertura na comunicação interna
Camaradagem no ambiente de trabalho
Responsabilidade social
TOTAL

 

Notas próximas de 80 significam excelência. O que deve ser feito para manter esta boa posição?

Notas baixas significam um ambiente ruim. O que deve ser feito para mudar esta situação?

 

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