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MÚSICA UMA FERRAMENTA AINDA INCÓGNITA 

Guilhermo Santiago (*)

“Uma das piores coisas que podem acontecer na nossa vida é
continuarmos a fazer as coisas sem saber bem porquê as fazemos
ou o que elas realmente são”. Murray Schafer.

Quando percebemos uma música no nosso dia-a-dia, geralmente conectamos essa música apenas como uma lembrança de algo ou alguém ou até mesmo uma sensação que poderá ser agradável ou não, e quando utilizamos a música para um objetivo específico, usamos (apenas) para relaxar ou descontrair com amigos ou até mesmo sozinho.

Acredito que essas formas de perceber a música são válidas, não discordo, mas existem outras formas de utilização, que infelizmente são desconhecidas de uma grande parte das pessoas e profissionais e que (essas formas) poderão tornar-se fortes aliadas para o alcance de suas metas e objetivos.

Meu papel profissional (pois trabalho com pesquisa sonora) é estudar essas formas e sistematizar através do Método S.O.M. (Sistema de Organização Musical) que estuda o efeito do som no organismo e na psique.

Um dos fortes pilares do Método S.O.M. é a física e mais diretamente, as freqüências, pois me dá subsídios para entender “racionalmente” esse fenômeno acústico.

Exemplo: Tudo que emite freqüência, tudo o que vibra, possui uma nota musical, incluindo o batimento cardíaco; circulação sangüínea e todos os órgãos que pulsam e vibram em nosso corpo.

Por isso, muitas vezes (inconscientemente) simpatizamos com pessoas com o mesmo timbre de voz ou a mesma forma de falar. Buscamos freqüências parecidas queremos nos aproximar delas, pois nos dão segurança.

A música e o organismo

Imagine uma grande orquestra tocando uma música afinadíssima e harmoniosa.

Alguns instrumentos soando magnificamente uma melodia sendo acompanhada por uma harmonia magnífica e segura, tendo como orientador de velocidades, um ritmo preciso e claro. Assim é nosso organismo, todos os órgãos que pulsam em nosso corpo possuem uma nota musical definida (talvez não estejamos preparados para perceber essa nota, pois estamos preocupados com a música externa e a música das paradas de sucesso) e cada órgão responde a outro como se fosse uma conversa. Se um órgão começa a diminuir seu pulsar? Os outros diretamente ou indiretamente ligados diminuem ou aumentam suas pulsações compensando assim aquele que sofreu alguma alteração uns dão suporte para os outros. Isso é uma sinfonia. Uma sinfonia da vida.

Isto quer dizer que nós somente por existirmos somos músicas e sons harmônicos.

“Nascemos música”.

(*)  Guilhermo Santiago - É consultor de empresas, conduz cursos e workshops de desenvolvimento de talentos humanos
através da musicalidade e criador do Método Sistemático de Organização Musical – S.O.M.

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