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Eu x nós 
Os desafios de con-viver em equipe

 Gustavo G. Boog

O trabalho em equipe com excelência é uma forte demanda dos clientes. Nas organizações é usual o individualismo, do tipo “eu fiz a minha parte”, assumindo que não é de sua responsabilidade a finalização, a entrega de resultados concretos aos clientes, internos ou externos, que querem e exigem ser encantados. Isso só ocorre se houver um bom sentido de equipe. Quando prevalecem os feudos, as visões individuais, chefias autoritárias, não há equipe e não há encantamento aos clientes, e os resultados financeiros ficam prejudicados!

Nossa cultura ocidental estimula a que cada um brilhe individualmente, e todos nós temos necessidade disso. Mas nada impede que cada um possa brilhar, e no conjunto termos uma belíssima constelação, vivenciando um espírito de equipe, onde há o equilíbrio entre o individual e o coletivo.

Como superar os desafios de con-viver em equipe?

As organizações são únicas em sua cultura, estilos e formas de agir, mas as ações abaixo apoiam o trabalho em equipe:

•   Definir e disseminar uma visão mais elevada: quando os membros da equipe incorporam o significado e finalidade das atividades que realizam, há uma boa oportunidade de as pessoas deixarem de lado pequenas divergências para darem sua positiva contribuição a um objetivo maior.

•   Conhecer a si mesmo e aos outros: os tipos rei – guerreiro – mago – amante são uma forma prática de construir relacionamentos sustentáveis.

•   Pesquisa de Clima Organizacional: um excelente instrumento para detectar indicadores que fazem uma boa equipe, identificar as prioridades e agir numa alta relação benefícios/ custos.

•   Sistemas de recompensa e reconhecimento: se premiamos o individualismo, em detrimento da equipe, o que pode ser esperado? Bons sistemas equilibram as contribuições do eu e do nós.

•   Equilíbrio no dar e receber: as relações dentro de uma equipe só podem ser sustentáveis se houver equilíbrio entre o que cada um dá e o que recebe da equipe. Desequilíbrios tendem a “azedar” as relações e criar profundas desmotivações.

•   Tempo de planejar x tempo de executar: com esse espaço os resultados tendem a ser melhores.

•   Abertura para inovações e flexibilidade: quando na equipe há espaço para inovações, e as pessoas têm flexibilidade para exercerem diversos papéis, num clima de ajuda recíproca, a equipe alcança altos desempenhos.

•   Estilos de liderança abertos e participativos: chefias autoritárias não constroem boas equipes. Decisões impostas são piores que as de consenso. O envolvimento e comprometimento só é atingido quando as pessoas sentem-se incluídas  e participantes na equipe.

•   Resolução de divergências: conflitos abafados tendem a se manifestar posteriormente, destruindo o sentido de equipe, num elevado grau de mágoas e ressentimentos.

•   Políticas e práticas de Gestão de Pessoas (RH): a atuação eficaz da área de RH é fundamental para assegurar um bom sentido de equipe. Um RH obsoleto dificulta a sua existência.

•   Comunicação e feedback: se as pessoas não se comunicam, se uma área não conversa com a outra, como esperar um espírito de equipe? A boa comunicação e o feedback eficaz ajudam a construir bons relacionamentos.

•   Revisão de processos e de delegações: ninguém consegue atingir resultados sozinho nas organizações. A interdependência é um fato, e ter processos e delegações bem estabelecidos é um fator positivo no trabalho em equipe.

•   Discursos alinhados com as práticas: quando existe essa coerência, há uma grande chance de haver um excelente trabalho em equipe.

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