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ESTRATÉGIA PARA A SAÚDE EMOCIONAL

Dr. Andrew Tresidder – livro
“Lazy Person’s Guide to Emotional Healing –
using flower essences successfully”

1.1    Todos nós nos sentimos melhor quando nos sentimos bem! Pode ser óbvio, mas ainda assim é absolutamente verdadeiro. O oposto foi recentemente dito: “Sentir-se miserável não é nem a metade da descida, não é?”. Além do mais, você não precisa sentir-se mal para querer sentir-se melhor.

1.2      Infelizmente, a menos que individualmente ocorra estarmos bem, o sentir-se bem parece ser um assunto de sorte. Entretanto, a saúde emocional é um estado de bem-estar que pode ser alcançado por cada um de nós, usando uma estratégia pessoal de saúde. De fato, uma das maiores barreiras ao bem-estar emocional é a atitude de “Eu estou bem. Eu não preciso de ajuda.”. Esta atitude reflete o mecanismo de negação que todos nós usamos, de tempos em tempos, para ajudar-nos a lidar com as nossas próprias feridas emocionais.

1.3     Uma estratégia proativa de saúde pessoal e empresarial pode afetar dramaticamente o bem-estar de muitas pessoas, tanto no local de trabalho como na sociedade em geral.

2.1.    O conhecimento, habilidades e atitudes necessárias para atingir um bem-estar emocional pessoal não são difíceis de aprender. Habilidades de lidar com isto já são conhecidas por todos nós, em vários graus, e novas habilidades proativas são facilmente aprendidas.

3.1.    O local de trabalho gera algum stress e sofrimento, mas isto pode vir de casa ou de qualquer outro lugar. Entretanto, onde quer que seja gerado, o sofrimento emocional causa impacto em todas as áreas de nossas vidas.

3.2.    O custo de não lidar proativamente para resolver stress emocional reprimido é amplamente visto na vida, bem como seus efeitos posteriores, que vão desde frustração à raiva, à violência, à destruição alcoólica, à violência doméstica e aos lares desfeitos, e subsequentemente refletindo-se no comportamento das crianças e parceiros.

3.3.    Recentes negociações estão começando a pressionar os empregadores a serem proativos em proverem estratégias de saúde emocional. Isto pode incluir a reorganização do trabalho para promover maior harmonia e o oferecimento de workshops de administração do stress, técnicas de avaliação de desempenho e serviços de “counseling”. As boas práticas de trabalho já estão bastante disseminadas e devem apenas ser fortalecidas para cobrir o componente emocional.

3.4.    O entendimento atual da saúde emocional alcançou o ponto onde há valor em agregar e implantar uma estratégia de saúde emocional para envolver toda a força de trabalho, não apenas para lidar reativamente com os problemas à medida em que eles se manifestam, mas para ajudar as pessoas a potencializarem sua saúde  e bem estar. “Você não precisa sentir-se mal para querer sentir-se melhor”.

3.5.    Isto irá necessariamente incluir a boa comunicação, o bom gerenciamento e o ensino de habilidades pessoais de cura emocional, que todos nós possamos usar quando sozinhos. Outros recursos que podem ser usados incluem o counseling para lidar com questões antigas ou ocultas, reflexologia, aromaterapia, massagem, homeopatia e terapia floral  – os dois últimos são instrumentos particularmente poderosos para potencializar a saúde e o bem-estar. A poderosa técnica de liberação dos stress emocional é também uma habilidade vital para todos nós dominarmos e usarmos pessoalmente.

 

Uma estratégia de saúde emocional: podemos nos dar ao luxo de não ter uma – seja no trabalho ou na vida pessoal? Os resultados trágicos da não ação são os parceiros que são ignorados ou abusados, as crianças que recebem gritos, o vazio que muitos sentem em suas vidas, e o colapso na destruição alcoólica ou a induzida pela TV, que tantos usam – em adição a uma produtividade inferior, baixa moral e ausências por doenças. O potencial positivo é uma sociedade composta por pessoas com uma profunda segurança interior e autovalorização. Elas tendem a dizer “Como posso ajudar? “, “Eu posso” e “Por que eu não deveria?”, ao invés dos negativos “Eu não posso”, “Eu não devo” ou “Por que eu devo?”, que estamos tão acostumados a ouvir. Este é o desafio a ser superado por todos nós!

 

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