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E assim foram os primeiros 25 anos de nossa Consultoria.

 Gustavo G. Boog

Já me perguntaram muitas vezes: por que você virou Consultor?

Desde minha graduação como Engenheiro de Produção eu tinha um sonho: trabalhar por conta própria, construir uma empresa para prestar serviços de consultoria. Tive o referencial de meu pai, um dos pioneiros ao trazer para o Brasil o treinamento empresarial, tendo no Método TWI – Training Within Industry a sua referência principal. Desde os 16 anos de idade eu acompanhava meu pai em seus treinamentos, aprendendo lições preciosas e começando a entender os processos de desenvolvimento nas empresas.

Mas, para poder ser Consultor, era preciso ter experiências reais e práticas, para não ficar apenas no que os livros ensinam. Sempre achei que era fundamental um bom embasamento conceitual, que consegui com um Mestrado em Administração de Empresas na FGV em São Paulo. Por 14 anos trabalhei na SABESP, Grupo Villares e Grupo Camargo Corrêa, sempre em processos de desenvolvimento organizacional e gerencial, onde aprendi o que significa estar sentado numa cadeira de gestor, as pressões, os conflitos, as agruras de conciliar pessoas divergentes, de atingir resultados com orçamentos restritos.

Em 1983 participei do Seminário de Pedagogia Social, no Centro Paulus, que foi o “empurrão” que precisava para me afastar do papel de executivo e ingressar tempo integral no papel de Consultor. Decisão difícil a de deixar salário e benefícios garantidos e trocar pela realização de um antigo sonho, ainda mais com três filhos pequenos e com compromissos financeiros. Tive na Magdalena, minha mulher e sócia, o apoio e incentivo para este passo. E assim foi criada a G. BOOG CONSULTORIA SC LTDA., com sede na minha casa (na época não havia ainda o conceito de home office). Desde o início, minha irmã Beth foi minha secretária e apoio administrativo financeiro, que se dedicou até este ano de 2008 nesta tarefa. Tudo que tínhamos era uma linha telefônica, uma máquina de escrever elétrica e muita vontade de trabalhar.

Meu último empregador foi um dos primeiros clientes, e trabalhei nesta época no antigo NPI-Brasil, que foi a semente de diversas organizações. Aprendi muito com Herwig Haettinger as bases antroposóficas da consultoria empresarial, o que influencia o trabalho de nossa Consultoria até hoje.

Abri sociedade com meu antigo chefe, Marcos Pontual, o que trouxe muitas novas oportunidades. E assim fomos para um novo escritório, e além da Beth tínhamos uma secretária, e a empresa foi crescendo e se diversificando, atuando em desenvolvimento gerencial e consultoria de processos organizacionais.

Ao longo dos anos estivemos em diferentes endereços, novas parceiros trabalharam conosco, e nossa carteira de clientes foi se ampliando. Por decisão consciente eu optei pelo papel de consultor e não pelo de “dirigente de empresa de consultoria”. Entre centenas de projetos que desenvolvemos nestes 25 anos, podemos destacar as organizações clientes:

•    Agroceress •    Hospital Santa Catarina •    Secretaria da Fazenda – SP
•    Alpargatas •    International Paper •    Secretaria da Receita Federal
•    Banco do Brasil •    ISAD – Inst. Superior de Administração •    SENAC
•    BASF •    Itaú Seguros •    STJ – Superior Tribunal de Justiça
•    Batistella •    J. Macêdo •    TST – Tribunal Superior do Trabalho
•    Brastemp / Brasmotor •    Método Engenharia •    TRF – Tribunal Regional Federal
•    BRB – Banco de Brasília •    Natura •    TV Globo
•    C&A Modas •    Nova América •    Usina da Barra
•    Carrefour •    Petrobras •    Volkswagen
•    Copersucar •    Petroquímica União •    Zillo Lorenzetti
•    EMBRAPA •    Philips
•    Freios Vargas •    PISA / NorskeSkog
•    GRSA (Grupo Accor) •    Porto Seguro
•    Grupo Martins •    SABESP

 

A partir de 1993 apoiamos a criação e operação de uma nova empresa, a Saguaro Import, que agregou a dimensão emocional aos nossos projetos, apoiando individual e coletivamente nossos clientes com essências florais. Isso ampliou a natureza de nosso trabalho, que evoluiu assim também para a dimensão emocional e espiritual no ambiente de trabalho. Nosso trabalho também se ampliou no ambiente acadêmico, aonde conduzi muitos cursos de graduação e de especialização em instituições renomadas como a FGV/SP, FEA/USP, Mauá, PUC/PR, FMU, entre tantas. Lembro-me com carinho das aulas que dei na FMU sobre “Economia do treinamento”, a convite de Celso Machiaverni, cujo conteúdo se transformou depois em meu primeiro livro publicado.

Neste sentido, nos coube também a missão de compartilhar nossos aprendizados por meio dos livros, o que gerou séries como “Espiritualidade no Trabalho”, os Manuais de Treinamento e Desenvolvimento da ABTD (hoje na 5ª versão), os Manuais de Gestão de Pessoas e Equipes da ABRH, Relacionamentos, entre tantos outros. Sem o apoio de Magdalena estes livros não teriam existido.

Nos últimos anos participei de uma importante formação, a abordagem sistêmica das Constelações Organizacionais, o que tem dado um impulso novo ao nosso trabalho.

No foco do trabalho voluntário, nossa empresa sempre esteve presente em Congressos e Eventos Regionais de RH e Gestão de Pessoas, compartilhado conhecimentos e experiências, além de nosso apoio no projeto social “Sal da Terra”.

Nos últimos anos dois de nossos filhos ingressaram na empresa, Daniela dando suporte em toda área de secretaria e Marcelo como Diretor responsável por projetos de Pesquisa de Clima Organizacional, Mapeamento 360º, Ecotraining e Workshops Gerenciais. Assim a terceira geração dos Boog ingressa no mundo da consultoria e dá continuidade a uma missão iniciada nos anos 50 por meu pai.

Além do sentimento de gratidão com tudo que aconteceu nestes 25 anos, divido algumas coisas que aprendi:

•    Tudo se transforma muito rápido. Exercitar a flexibilidade e o desapego é absolutamente fundamental
•    Nem tudo caminha no ritmo com que você sonha. A impaciência e a irritação não agregam nada de positivo
•    Ao investirmos nossa energia num projeto, abrimos mão de outros. Não dá para fazer tudo o que se sonha
•    O “ganha-ganha” é a melhor estratégia, mas é difícil de ser conquistada. Às vezes, pessoas querem tirar vantagens indevidas sobre o teu trabalho. O “ganha-ganha” visa a qualidade, que, muitas vezes, é relegada a um segundo plano, pois qualidade tem seus custos.
•    Os objetivos e intenções de cada projeto precisam ser cuidadosamente discutidas e acordadas, para evitar frustrações posteriores
•    Prestígio pessoal é intransferível
•    Competência é fruto de estudos, de experiência e dedicação
•    Entre a intenção anunciada de um cliente e a efetiva realização do projeto, em geral, há um longo caminho

E assim foram os primeiros 25 anos de nossa consultoria. Que Deus nos abençoe e oriente para cada vez mais podermos servir, da melhor forma possível, com ética e competência, todas as pessoas que nos procurarem.

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