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CONSTELAÇÕES SISTÊMICAS:

O QUE SÃO ”CONSTELAÇÕES ORGANIZACIONAIS”?

Gustavo G. Boog

A abordagem sistêmica, conhecida por “constelações familiares” e “constelações organizacionais” é extremamente útil e eficaz no diagnóstico, tomada de decisões e solução de questões individuais, grupais e coletivas. Sua aplicação atinge todas as dimensões das atividades e relacionamentos humanos, tanto nos aspectos pessoais como nos organizacionais. Aplica-se, portanto, a pessoas, equipes, departamentos e organizações como um todo, sendo que especialmente nas empresas familiares temos um dos campos promissores para o uso desta abordagem, na medida em que nelas muitas vezes se confundem os âmbitos da família com o da empresa.

As “constelações” consistem originalmente num grupo de pessoas, onde um “cliente” traz a questão a ser resolvida com o apoio de um Consultor. Após uma curta delimitação e foco na questão e nos resultados a serem alcançados, são definidos representantes para as diversas pessoas e elementos, tais como profissionais, departamentos, clientes, mercados etc envolvidos na situação.

O cliente posiciona intuitivamente, num espaço pré-definido, os representantes, que passam a vivenciar a questão trazida, nos lugares onde foram colocados. O Consultor acompanha o que os representantes sentem e dizem, se tem a tendência para algum movimento, se algo está faltando. O Consultor busca re- posicionar os representantes em lugares onde se sintam bem, se sintam no “lugar certo”.

Cabe destacar que o cliente deve ser a pessoa responsável pela solução da questão trazida, tendo a autonomia decisória para tanto. Os representantes são pessoas estranhas que geralmente não conhecem a realidade do cliente. Em situações que exigem confidencialidade como, por exemplo, questões de uma Diretoria, é possível a substituição dos representantes pessoas por objetos, figuras, símbolos etc.

O resultado desta abordagem é abrir para o cliente novas percepções, alternativas de ação e encaminhando soluções para a questão trazida.

Um conceito particularmente útil na abordagem sistêmica é o dos “emaranhamentos”, ou seja, situações onde os três princípios sistêmicos não são respeitados, trazendo com isso desequilíbrios. Alguns exemplos de situações em que as constelações podem ser utilizadas, tanto para a organização como para os profissionais que a compõe:

•    Definição de estratégias e estruturas organizacionais
•    Integração de equipes
•    Ações pré ou pós-fusões e incorporações de empresas
•    Definições de marcas e produtos
•    Transições em empresas familiares
•    Diagnósticos organizacionais
•    Gestão de conflitos
•    Ficar ou sair da empresa
•    Definição da posição ou objetivos na organização
•    Maior qualidade de vida

Nos próximos Boog Systemic apresentaremos os três princípios sistêmicos

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