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Atitudes Que Fazem A Diferença!

 

Fazer a diferença é uma atitude normal nas pessoas, pois cada um de nós deseja de alguma forma deixar a marca de sua atuação, o registro de sua competência, mostrar o quanto pode contribuir numa determinada situação. As pessoas que estão ao nosso redor si

 

Fazer a diferença é uma atitude normal nas pessoas, pois cada um de nós deseja de alguma forma deixar a marca de sua atuação, o registro de sua competência, mostrar o quanto pode contribuir numa determinada situação. As pessoas que estão ao nosso redor simplesmente adoram que cada um de nós faça a diferença, sejam elas nossos colegas de trabalho, chefe, parceiros ou parceiras, família, amigos, etc. Fazer a diferença é sair do lugar comum, é fazer diferente, é dar o melhor de nós; quando não queremos ou podemos fazer a diferença, quando nos sentimos desmotivados, impotentes, quando existe a postura do “tanto faz”, quando nos sentimos vítimas, com certeza há algo errado, é como se houvesse uma uma doença.
Fazer a diferença é surpreender positivamente as pessoas, fazendo “algo mais” que não era esperado, e de alguma forma superando as expectativas. Fazer a diferença significa “encantar” as pessoas, criando aquele ambiente mágico em que as pessoas podem dizer: “para mim, naquele momento, naquele local, você fez a diferença!”. Nós reconhecemos instantâneamente alguém que faz a diferença: pode ser um vendedor na loja, um garçon, um cobrador de onibus, um guarda de estacionamento, um colega de trabalho, um líder inspirador.

Para fazermos a diferença é preciso desenvolver nossa maestria pessoal e profissional: precisamos ser competentes e termos poder pessoal.

• precisamos ser competentes para fazermos a diferença. Isso quer dizer que devemos ter conhecimentos e habilidades, adquiridas pela prática, pelos estudos, pelo treino, pela experiência de vida; e também motivação, ou seja, o estímulo, a vontade de fazer a diferença. A competência é a filha do conhecimento e da motivação. Num desfile de Escolas de Samba, é preciso de muita competência para preparar as alegorias, os carros, os passos. Veja quantos conhecimentos e quanta motivação estão presentes. E como diz o provérbio: quem não tem competência que não se estabeleça!

• o poder pessoal é assumir as rédeas da próprioa vida, é termos auto-estima elevada, é gostarmos de nós mesmos, é estarmos de bem com a vida, é a decisão de não ser mais vítima. O poder pessoal significa num primeiro momento aceitarmos as coisas como elas são (e não ficar brigando contra), e imediatamente agir em cima disso. Por exemplo, meu chefe no trabalho é um pequeno ditador. Aceitar isso significa não ficar desejando que ele seja diferente, mas sim reconhecer que ele é assim. A questão que se coloca é o que eu devo e posso fazer com isso? qual será meu próximo passo?

Para fazermos a diferença, é fundamental nos conhecermos, quais são nossos potenciais e os pontos que precisamos desenvolver e melhorar. No livro “Faça a Diferença!”, da Editora Gente, de minha autoria, existe um questionário que ajuda a identificar nossas formas de agir, baseado no modelo de quatro tipos que denominamos os tipos rei – guerreiro – mago – amante. Isso é de muita ajuda para quem quer fazer a diferença, pois ajuda a nos entendermos melhor e nos relacionarmos de forma mais positiva com os outros.

Gente que faz a diferença tem algumas características. Procure identificar se você tem algumas, muitas ou todas e saberá se você pode e quer fazer a diferença. São elas:
• se importa com os outros, conhece as necessidades dos outros

• coloca sua energia na busca de soluções e não tanto nos problemas

• dá um carinhoso “empurrão” nos outros, fazendo-os ver novas possibilidades e caminhos

• está de bem com a vida, é entusiasmado e não descarrega suas frustrações nos outros

• tem cortesia e alegria nos relacionamentos

• tem competência e te ajuda a alcançar os teus objetivos

• tem poder pessoal

• tem um sentido de finalização. Nào fica dando desculpas porque alguma coisa não aconteceu. Faz as coisas acontecerem

• não se exime das responsabilidades, vai além do “eu fiz a minha parte”

• assume a liderança e os riscos

Fazer a diferença está ao alcance de todos nós. Fazer a diferença é uma atitude, é um estado de espírito e decorre de uma decisão pessoal: eu quero fazer uma positiva diferença para mim mesmo e para as pessoas.

 

(*) Gustavo G. Boog escreveu este artigo solicitado por Cynthia Grilo, para o Jornal “Novo Emprego – O Amarelinho”, voltado para o mercado de trabalho.

(*) Gustavo G. Boog é Consultor e Terapeuta Organizacional, conduz projetos de elevação da competência pessoal, grupal e empresarial.

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